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Inflação da Cesta de Natal Desacelera, Mas Alguns Itens Pesam no Bolso

Uma análise prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para a tradicional cesta de Natal e outros itens festivos em 2025 aponta um aumento médio de 4,53%. Este índice representa uma desaceleração significativa em comparação com a variação de 9,16% registrada no mesmo período de 2024, trazendo um pequeno alívio para os consumidores.

Destaques de Alta e Baixa na Cesta

Entre os produtos que mais contribuíram para o aumento, o quilo do peru se destacou com uma elevação de 13,62%, enquanto a azeitona verde com caroço também mostrou um salto considerável de 12,53%. No entanto, há boas notícias para quem busca economizar no azeite: o azeite de oliva extravirgem, que foi um dos vilões de preços no Natal passado, registrou uma variação negativa expressiva de 23,06%.

Outros Itens Tradicionais com Aumentos

A pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) também monitorou outros itens populares para as festas. O quilo da ave tipo chester apresentou o maior salto fora da cesta principal, com um aumento de 13,85%. O filé mignon subiu 9,70% em relação ao ano anterior, e o quilo da uva de feira ficou 9,57% mais caro.

Custo Médio da Cesta e Composição

O estudo revela que o preço médio da cesta de Natal, que era de R$ 433,42 na segunda quadrissemana de dezembro de 2024, passou para R$ 453,06 na segunda quadrissemana de novembro de 2025. A pesquisa de 2025 incluiu produtos como peru, lombo de porco, atum sólido, macarrão espaguete, caixa de bombom, panetone com frutas, vinho tinto, champagne, sucos néctar de laranja e morango, molho de tomate, azeitona verde com caroço, palmito, queijo ralado e azeite de oliva extravirgem.

Planejamento é a Chave para Economizar

Guilherme Moreira, coordenador do IPC-Fipe, ressalta a importância do planejamento antecipado para gerenciar os gastos nas celebrações de fim de ano. “A mensagem principal que este estudo passa, ano após ano, é que os números reforçam a importância do planejamento antecipado para economizar nas festas de fim de ano”, explicou Moreira.

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