Reuters: Dado Ruvic

Um estudo interno da Meta, divulgado pela Reuters, aponta que adolescentes que se sentem mal com seus corpos ao usar o Instagram são expostos a mais conteúdos relacionados a transtornos alimentares.

Conteúdo Nocivo e Seus Efeitos

O estudo revelou que esses adolescentes veem mais postagens com “exibição proeminente” de partes do corpo, “julgamento explícito” de diferentes tipos físicos e conteúdo sobre distúrbios alimentares. Embora esses conteúdos não sejam proibidos, especialistas e os próprios jovens consideram essa exposição prejudicial.

Pesquisa Interna Confirma Dados

A pesquisa da Meta, que entrevistou mais de mil adolescentes, confirmou que aqueles que se sentiam insatisfeitos com o corpo após usar o Instagram viam uma proporção significativamente maior de conteúdo relacionado a transtornos alimentares (10,5%) em comparação com os que não relataram insatisfação (3,3%).

Meta Reconhece a Preocupação

Apesar dos dados, a Meta ressalta que o estudo não prova uma relação causal direta, já que os próprios usuários podem estar buscando ativamente esses conteúdos. A empresa também reconheceu que suas ferramentas de triagem de conteúdo não identificam grande parte do material considerado “sensível” e prejudicial aos jovens.

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