Identificação e Detalhes do Incidente
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte anunciou a identificação de Erick Lucas da Costa Carvalho, conhecido nos círculos urbanos como “Cacto”, como o principal suspeito da tentativa de ataque incendiário à réplica da Estátua da Liberdade, símbolo da rede de lojas Havan, na capital potiguar. O incidente, que chocou a população e gerou grande repercussão, ocorreu na madrugada da última terça-feira, 9 de dezembro de 2025, por volta das 4h50. Câmeras de segurança da unidade flagraram o momento em que o indivíduo adentrou o estacionamento da filial da Havan em Natal e utilizou panos e material inflamável para tentar incendiar a base do imponente monumento. Embora uma pequena área tenha sido atingida pelas chamas, que se extinguiram por conta própria, o ato de vandalismo mobilizou as autoridades e causou indignação generalizada.
Perfil do Suspeito e Reação do Empresário Luciano Hang
As informações divulgadas pelo empresário Luciano Hang, proprietário da rede Havan e figura midiática, revelam um perfil complexo do suspeito. Erick Lucas da Costa Carvalho, apesar de possuir diplomas de graduação em Psicologia e Direito, ambos obtidos pela renomada Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), acumula um histórico preocupante. Segundo Hang, que tem se manifestado ativamente sobre o caso através de suas redes sociais e comunicados, “Cacto” possui registros anteriores relacionados a atos de pichação em espaços públicos e privados, envolvimento com substâncias entorpecentes e diversas passagens pela polícia, delineando uma trajetória marcada por conflitos com a lei.
Luciano Hang não poupou críticas ao ato e ao perfil do suspeito. Em um tom de veemente condenação, o empresário declarou: “É totalmente inaceitável! Quero agradecer imensamente à Polícia Militar e, sobretudo, à comunidade, que não hesitou em denunciar e colaborar com as investigações, demonstrando seu repúdio a este tipo de ação. A população brasileira está exausta e cansada de lidar com indivíduos como ele, que parecem ter como único objetivo destruir o patrimônio alheio e que ainda têm a audácia de atear fogo em propriedades privadas durante a calada da noite.” Suas palavras refletem a indignação com a violência patrimonial e a crescente demanda por segurança e ordem social.
Monitoramento e Continuidade da Investigação
A eficácia dos sistemas de segurança da Havan foi crucial para o registro e a resposta inicial ao incidente. A central de monitoramento da loja capturou toda a sequência da ação, desde a aproximação de “Cacto” até a tentativa de incêndio. Imediatamente, os operadores tentaram dissuadir o invasor utilizando sinais sonoros de alerta, ao mesmo tempo em que acionavam as forças de segurança, incluindo a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, garantindo uma resposta rápida à emergência e limitando os danos ao patrimônio.
Em um esforço adicional para garantir a captura do suspeito, Luciano Hang reiterou publicamente a oferta de uma recompensa significativa. O empresário anunciou o montante de R$ 10 mil para qualquer pessoa que forneça informações cruciais que levem à localização e prisão do autor do ataque. “Um crime desta natureza não pode e não deve ficar impune. Minha expectativa é que o responsável seja devidamente responsabilizado por todos os seus atos e que cumpra um período justo e exemplar atrás das grades”, enfatizou Hang, reforçando seu compromisso com a justiça e a segurança patrimonial da sua rede de lojas e da sociedade.
Todo o material visual proveniente do circuito interno de segurança da loja, que registrou detalhadamente a ação do suspeito, já foi devidamente entregue às autoridades competentes. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte assumiu integralmente a condução do inquérito e prossegue com as investigações para reunir provas, formalizar a acusação e levar Erick Lucas da Costa Carvalho à justiça, garantindo que o ato de vandalismo não fique sem punição.

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